sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Aplicativos sociais e branded entertainment
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Havaianas, vovó e sexo !
No entanto, nesse final de semana começou a ser divulgada outra peça desta mesma campanha: a vovó, agora, justifica o fato de o comercial ter sido retirado da TV - algumas pessoas se sentiram incomodadas - e de estar circulando, somente, pela Internet - para aquelas pessoas que adoraram o comercial.
No site brainstorm9, Carlos Merigo defende a idéia de que ambos os comerciais já tinham sido gravados pela agência publicitária e que o filme não foi retirado do ar por uma decisão do CONAR.
Segundo Merigo, tudo não passa de uma estratégia de posicionamento das Havaianas: moderna e democrática.
E ai? Qual a opinião de vocês?
Sendo ou não verdade, a Havaianas acertou na dose de "polêmica" dada ao comercial.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Um pouco sobre Mobile Marketing
É um dos meios...
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Propaganda de Creme Dental

Gestão estratégica da comunicação mercadológica". As atuais marcas de creme dentais partem para um caminho mais extenso com relação ao seu posicionamento, e além de abordar o hálito refrescante e a limpeza bucal, coloca em questão a prevenção contra cáries e os dentes mais brancos.Neste comercial, onde a atriz Regina Duarte atua, percebe-se que é visível o teor ainda primário da marca Kolynos.
http://www.youtube.com/watch?v=ujJa0jaox7Y&feature=related
Propagandas que nunca foram ao ar
http://www.youtube.com/watch?v=JJq0WjyQbQQ
E tem mais propagandas desse tipo na rede, é só dar uma olhadinha no YouTube mesmo.
Alguém aí com saudades do Clô?
terça-feira, 15 de setembro de 2009

Com o "boom" dos sites de relacionamentos as empresas estão criando a cada dia novas estratégias para se utilizar desses sites para promoção.
A Saraiva está com uma promoção estratégica bem interessante no ar. Exclusivamente via Twitter, eles estão promovendo uma caça ao tesouro pelo site da loja.
Mecânica super simples: - Prêmios (legais) são “escondidos” em páginas de outros produtos pelo site. - Dicas são tuitadas pelo @saraivaonline. - A primeira pessoa que tuitar o código do produto encontrado através das pistas, ganha o prêmio do dia.
Tem uma página explicando tudo: livrariasaraiva.com.br/11-ANOS e o twitter também: twitter.com/saraivaonline
Seegundo o criador, Eme Viegas que trabalha na iThink, em apenas 3 dias já tiveram um aumento de 4000 seguidores no twitter, sem robô.
Campanha contra Aids usa Hitler como garoto propaganda...ou de programa.
Foi a nova campanha alemã de prevenção da Aids veiculada na TV, lançada sob o lema "A Aids é um assassino em massa. Proteja-se". As imagens são ousadas, mas não fogem ao padrão de erotismo de outras campanhas semelhantes. A surpresa surge quando, após os 47 segundos de vídeo, se percebe que o homem envolvido nesta cena é Adolf Hitler. A alusão a "assassino em massa" ganhou novos contornos e instalou a polêmica.
O conceito desenvolvido pela agência alemã Das Comitee - que contempla também cartazes com Hitler, Estalin e Saddam Hussein - atingiu o primeiro objectivo, cumpriu o papel publicitário criando um recall em torno do assunto: despertar a atenção dos alemães para o facto de a Aids já ter matado cerca de 30 milhões de pessoas em todo o mundo. O publicitário criador, Dirl Silz, justifica que o vírus da Aids não poderia ter uma cara boa, e que o rosto escolhido provocou o mesmo horror que o vírus da Aids vem causando no mundo.
A agência planejou estrategicamente a ação e tudo saiu conforme previsto. Queriam fazer o oba-oba, gerar polêmica, sacudir, chamar atenção de todos antes da Jornada Mundial contra a Aids, agendada pra o dia 1º de dezembro. Conseguiram.
Os pedidos de suspensão da campanha não tardaram. E reabriram também a discussão sobre as fronteiras que a publicidade não deve atravessar. O senso comum diz que os limites da publicidade são o bom senso e a lei. Mas Jorge Teixeira, diretor criativo da agência Excentric, vai mais longe: "Geralmente o limite da publicidade é o bom senso de quem passa o cheque."
As agências arriscam sempre um pouco mais quando não há uma relação cliente/agência tradicional: é uma causa mais abstrata e que não arrisca ferir o patrimônio do investidor. Além disso, estas polêmicas permitem promover as agências e ganhar prêmios. Isso é mais difícil de conseguir no trabalho normal do publicitário.